domingo, 24 de abril de 2011

O início de uma noite surreal...

Esse meu blog tem publicação praticamente anual, mas acho que tenho que estar realmente inspirada pra escrever aqui...
Esses dias tava lembrando uma das noites mais esquisitas que já tive. Quem esteve presente com certeza vai concordar que a noite merece pelo menos um post em um blog.
Tinha marcado durante a semana de sair com uma amiga, a Nádia, e irmos a uma baladinha em Pinheiros. Como sempre, vou à casa dela para batermos um papo antes, nos arrumarmos e depois sairmos. Nessa noite ia sair mais uma amiga dela com a gente, A Maju, que conheci nesse dia mesmo (acho que foi isso). Depois de prontas fomos de táxi até a Cardeal. Na frente da balada percebemos que tínhamos saído cedo de casa, e que não tinha NINGUÉM na balada. Decidimos então fazer hora em um barzinho qualquer aproveitando para esperar outros dois amigos da Nádia: O Fábio e o Waldir.
Descemos a rua procurando um lugar pra beber ou comer alguma coisa, e eis que entramos as três em um barzinho. Não sei se me lembro bem da cena, mas foi meio surreal, uma mulher gritou do táxi, no exato momento em que entramos, e todo mundo olhou para nós, que paramos imediatamente. O cheiro do ligar era uma mistura de cerveja e banheiro público e saímos após nos olharmos com uma mensagem muito clara: Não era um bom lugar.
Começamos a rir sem conseguir explicar o que tinha acontecido exatamente. Descemos mais a rua e encontramos um lugar decente pra sentar e fazer hora. Ali começamos com caipirinhas e pizzas. Até que em um certo momento chega um cidadão pedindo para nos desenhar: “É o meu trabalho. Posso?” Após uma negociação do tipo “A gente só paga se gostar do desenho, ok?”, que obviamente não funcionou, topamos fazer o desenho e dividir o preço em três. O que nós não sabíamos é que quem nos estava desenhando era uma espécie de guru do além-mar.
Continuo em breve...

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